quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A poesia que há no cotidiano

O ar, o ir e vir. O transitar das pessoas na cidade!
O pescador que busca no mar seu pão.
O carro que passa, a vida que passa e com ela, a beleza.
E, se um  dia eu te perguntar por que nao queres ver a vida passar
ja saberei a resposta: a vida é injusta mesmo com a mais justa das pessoas.

( Assis, Sérgio. Poesia e Crônica)

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